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Descrição: A BATALHA FINAL*br /*
Harry Potter olhava preguiçosamente o café da manha à mesa de Gryffindor, em Hogwarts, sem vontade de comer mas com fome. Tinha dois sentimentos contraditórios: queria se despedir dos amigos, e ao mesmo tempo, não queria lamentos que poderiam deixá-lo inseguro para a batalha com Voldemort.*br /*
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“ Voldemort não, pensou. Tom Riddle é seu nome e não deixarei que o suspense o deixe tomando esta vantagem. Dumbledore sempre o chamou Tom Riddle mostrando que não tinha medo...*br /*
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-Harry, gritou alguém, queria ir sem se despedir?, alguém falou com a voz esganiçada em seu ouvido. Era Hermione, agora com a barriga bem volumosa. Esperava gêmeos, tal como Ginnie. Aliás, esta e Rony a acompanhavam.*br /*
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Harry respondeu, meio sem jeito:*br /*
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-Dormí pouco, a Ginnie notou, de modo que me levantei sem fazer barulho. Desci, para pensar um pouco, e a mesa estava posta...mas estou um pouco apreensivo.*br /*
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- Quem não estaria, querido, disse Ginnie. Afinal é uma luta com Voldemort...*br /*
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-Não é Voldemort, é Tom Riddle. Este nome adotado não me faz qualquer mossa, mas não vou deixá-lo levar vantagem em nada. Vou lutar para vencer, respondeu HP.*br /*
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Hermione o olhou radiante: “ Harry, você é um super bruxo, tenho certeza que vai vencer. Realmente o nome adotado assusta, mas tirando-o, é apenas um bruxo mais perigoso.*br /*
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Rony se sentou, olhou a comida meio que sem fome, mas encheu seu prato de ovos mexidos e salsichas, começando a comer, mais por hábito.*br /*
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- Coma um pouco, Harry, estão deliciosas.*br /*
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Mas Harry, cuja tranqüilidade voltara com a presença dos amigos, respondeu , piscando para Hermione:*br /*
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- Mas só um pouco, Rony, estou precisando fazer dieta...*br /*
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As dua s mulheres quase engasgaram de rir. Harry continuava magro, embora bastante alta, mas Rony era um gigante, mais alto que o pai e com um corpo parecido com o de Carlinhos, fortíssimo. Os gêmeos nem pensavam em rir dele. Harry comeu apressado e se levantou. Abraçou os dois amigos de quem seria padrinho quando os filhos nascessem, e em seguida abraçou Ginnie e a beijou longamente. Ela e Hermione choravam, pois Voldemort dera um ultimato: atacaria Hogwarts se Harry não o enfrentasse em duelo ali na entrada de Floresta Proibida. Hogwarts fora sempre seu local preferido, e ele pretendia tomar posse tão logo matasse Harry.*br /*
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Harry saiu. O tempo, apesar de se estar em final de agosto, estava péssimo: muita névoa, embora o sol já tivesse nascido, frio, e até alguma neve. Harry correu até a cabana de Hagrid,bateu. Ouviram-se os latidos de Canino, e Hagrid abriu a porta. Harry entrou. Ouvia-se os dois conversando, com Hagrid se lamentando:*br /*
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-Não vá, Harry, ele é muito perigoso, já matou centenas, talvez milhares. Não é obrigação só sua defender Hogwarts. Chame o ministro com os aurores, é tarefa deles, não sua.*br /*
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Harry respondeu, inflexível:*br /*
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- É minha tarefa, sim, desde que sou o professor de DADA. Ou você me considera um charlatão como Lockhart?*br /*
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- Mas eu vou com você, disse Hagrid, as maldições não me afetam, é a pele de gigante.*br /*
- Como quiser, Hagrid. Você é meu amigo, e me fará companhia nesta batalha. Se eu perder, você leva meu corpo para Hogwarts. Agora, vamos.*br /*
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Os dois saíram no dia frio. Canino os seguiu. Dirigiram-se para a entrada da Floresta Proibida. A uns dez passos da entrada, Harry ouviu a gargalhada fina e seca que era a marca de Voldemort. Antes que ele aparecesse, ouviu-se uma voz imitando criança:*br /*
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- O bebezinho veio para morrer. Ora quanta coragem, disse a voz*br /*
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- Silencio, Belatriz. Respeitemos a coragem daquele que vai morrer.*br /*
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- Como o lorde desejar, mas ainda acho que ele veio apenas por medo de que atacássemos Hogwarts.*br /*
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Harry engoliu em seco:*br /*
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- Então vocês não vão atacar Hogwarts?*br /*
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-Claro que não, garoto bobo. Quando estávamos lá dentro, lançávamos feitiços que destruíam paredes. Mas aqui de fora jamais conseguiríamos qualquer coisa...*br /*
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- Mas então... E AQUELAS INFORMAÇÕES E ATÉ SONHOS DE VOCÊS ATACANDO... ERA MENTIRA?*br /*
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- Novamente seu plano funcionou, mestre. O bebezinho acordou só para morrer.*br /*
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Harry falou com a voz tremula e roufenha:*br /*
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- O senhor me enganou, Tom Riddle, portanto exijo que deixe partir meus amigos e a minha mulher. Ela está grávida.*br /*
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Belatriz o olhou com interesse redobrado. Ia ser pai, aquele garotinho, que mal começava a viver e já ia morrer. E quantas vezes ele enfrentara e se saíra bem frente ao mestre. Teve um mau pressentimento, mas bloqueou-o, poderia atrapalhar o mestre.*br /*
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- E se não quiserem, levo seu cadáver e bloqueamos o castelo. Seus feitiços não me fazem qualquer dano, tenho pele de gigante. Disse Hagrid.*br /*
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- E se eu lançar os gigantes sobre vocês? Perguntou Voldemort.*br /*
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- Os gigantes nos destriuirão, mas eles vão se estrincheirar no castelo. E não dirão a ninguém que eu morri, de modo que terão de continuar lutando.*br /*
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- Se eu vencer, render-se-ão a mim? Questionou Voldemort.*br /*
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-Sim, mas depois que minha família fugir.*br /*
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- Mas eu posso perseguí-los, disse Voldemort.*br /*
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- Para que? Respondeu Hagrid, você estará no poder, terá que administrar... e partir para a comquista de Durmstrang e Beauxbatons.*br /*
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- Porque este mestiço tem que estar falando? Disse Belatriz.*br /*
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-O que você tem contra mestiços? Perguntou Harry.*br /*
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- Trouxas e mestiços fedem, respondeu ela.*br /*
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- Tom Riddle é mestiço. Ele fede? Questionou Harry.*br /*
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-Não fale assim do meu mestre, ou mato você, disse ele.*br /*
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- Tom Riddle sênior era trouxa, e se casou com Merope Gaunt, depois se separando dela, abandonando-a à própria sorte. Também não quis saber de Tom Riddle aqui presente. Isto não o torna “ puro-sangue”, disse Harry.*br /*
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- Você esta sabendo muito de minha história, Potter. Foi Dumbledore?*br /*
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Como Harry não respondesse, continuou. Sabe então que me vinguei, matando meu pai e os avós?*br /*
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- Sim, sei, como sei também que você pos a culpa em seu tio, Mofino Gaunt... apenas para roubar o anel de Slythering que pertencia a ele.*br /*
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- Como você sabe? Mas eu não o roubei, pertencia a mim, como herdeiro.*br /*
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- Mas não com você matando para lucrar. Os trouxas tem uma lei que diz que ninguém pode lucrar por assassinato.*br /*
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- Isto é verdade, mestre?*br /*
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-Crucio, Amico, não se meta. Eu faço minhas leis. *br /*
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- Mas isto não é certo, disse a irmã de Amico.*br /*
-Crucio. O anel era minha herança, e meu tio era só um degenerado.*br /*
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No entanto, os Comensais olhavam Voldemort de um jeito diferente. Mesmo no mundo bruxo não se costumava roubar, e nem matar para roubar. Harry sentiu a vantagem, viu que o adversário percebera e tentou continuar as acusações. Mas...*br /*
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- Você já falou demias, Potter, pegue a varinha e vamos acabar com isto.*br /*
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Harry pegou sua varinha, as mãos trêmulas e a apontou para Voldemort , curvando-se um pouco antes. Belatriz sentiu seus pressentimentos piorarem, mesmo porque Hagrid a olhava com muito ódio, com seus olhinhos que pareciam dois besouros. Mas Voldemort já agia:*br /*
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- AVADA KEDRAVA.*br /*
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-EXPELIARMUS, disse Harry com voz trêmula e roufenha.*br /*
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Aconteceu uma coisa estranha. O jato verde de Voldemort destruiu a varinha de Harry, bateu nele, fé-lo cambalear um pouco, e enquanto se equilibrava Hagrid apontou o seu guarda-chuva e berrou:*br /*
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- Estupore, e Voldemort caiu assim que o jato vermelho o atingiu.*br /*
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- Incarcerous. Accio varinha de Voldemort. Assim que a varinha chegou às mãos de Hagrid seu gurda~chuva se desfez e apareceu uma varinha, que se colou a ela. Afusão das duas foi tão forte que Hagrid imediatamente apareceu, mas transformando-se em Harry Potter.*br /*
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- Injustiça, ele venceu enganando o mestre, gritou Belatriz. Vamos matá-lo, e salvar o mestre, vamos rápido.*br /*
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Mas aconteceu uma coisa mais estranha ainda: Canino se ergueu nas patas traseiras, e se transformou:*br /*
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- Dumbledore, exclamaram os comensais, começando a se afastar.*br /*
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- Avada Kedrava, balbuciou Dumbledore, matando um gigante louro, que se preparava para lançar maldições.*br /*
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- Estupore, estupore, estupore, continuou Dumbledore de maneira ágil, enquanto estuporava seguidamente Belatriz, Greyback, Amico e a irmã.*br /*
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Os comensais já iam atacar quando uma chuva de flechas partiu da Floresta, acertando-os, matando um e ferindo outros dois.*br /*
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- Os centauros..., gritou um deles.*br /*
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- E um gigante, berrou outro, antes que a mão de Graupp o atingisse.*br /*
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Correram para o castelo, gritando uns aos outros para invadirem, quando as portas se abriram e uma centena de aurores saiu , com o ministro à frente, e começou a derrubá-los com maldições muito bem colocados. Toda a batalha não durou 5 minutos, pois Graupp comandou os centauros que continuavam a flechá-los com pontaria certeira.*br /*
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Finalmente tudo terminou. Não escapara nenhum comensal. Harry olhou com orgulho e felicidade as conseqüências da batalha: vitória total. Tão cedo não haveria novos bruxos das trevas. Mas ainda faltava algumas coisinhas a acertar. Chamou:*br /*
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- Dobby. Houve um estalo e Dobby apareceu, seguido de Monstro.*br /*
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-Trouxe a coisa? Perguntou a Dobby. Não se aproxime dela, Monstro, deixe-a aí, e não tente auxiliá-la.*br /*
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-Mas é uma puro-sangue, disse Monstro, e irmã da nobre e querida filha da minha senhora...*br /*
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- Você também acredita em sangue puro no mundo bruxo, Monstro? Pois eu vou explicar a você. Isto é um mito, incrementado por Tom Riddle, ali caído e derrotado.*br /*
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- O próprio mestre caído, exclamou Monstro. O que você fez, meu senhor.*br /*
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- Derrotei-o, disse HP, e vou lhe explicar uma coisa que Tom já sabia. Desde sempre os bruxos se casavam fora do mundo bruxo. Sempre foram meio amestiçados. Se houvesse puro-sangues seriam bastante degenerados, como Tom descobriu quando conheceu a família de sua mãe. Além disto, vivendo entre os trouxas, teve, como eu, noções de Genética, uma ciência trabalhosa mas que demonstra o que acontece quando você fechar um grupo de seres e obrigá-los a se acasalar entre si sem nenhum sangue novo.*br /*
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A degeneração pode começar já no casamento entrre irmãos. Sabendo disto, Tom intuiu, ao saber da profecia, que deveria matar a mim. Apesar de trouxa, a minha mãe era uma bruxa poderosa... e uma das herdeiras de Gryffindor. Ele percebeu então que o antigo inimigo de Slythering retornara para dete-lo, matou meus pais e me atacou. Não deu certo por que meus genes me protegeram. Derrotado, ele voltou e continuou tentando me matar através de todos os planos possíveis. Mas MakTub, estava escrito que Gryffindor sempre deteria Slythering. A partir daí li um tanto sobre genética, em minhas férias, e ao voltar aqui estudei as famílias bruxas. Tom foi derrotado por que lutou também contra os herdeiros de Hekga Huffle-puffle, os Weasley, e contra a herdeira de Rowena Ravenclaw, na pessoa da minha amiga Hermione. Então, pare de pensar em sangue-puro, mestiços, trouxas e outras bobagens. Podes até gostar de Draco e sua mãe, quando voltarem , e está livre para ficar com eles, mas não diga besteiras.*br /*
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-Não vou dar ouvidos ao mestiço Harry Potter, mas vou gostar de ficar com os Malfoy.*br /*
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- Isto me serve, disse HP. Mas afaste-se de Belatriz. Está proibido de qualquer aproximação, ajuda a ela. E suma-se da minha casa no largo Grimauld. Era de Sirius e eu pretendo honrá-la. Agora, vá procurar os Malfoy.*br /*
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- Bom, Tom, está na hora de acabar com isto. Fawkes-Dumbledore, fiquem aqui.*br /*
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Pegou aquilo que Dobby lhe trouxera: era um dente. Antes, apenas com um gesto, afastou os Dementadores que rondavam por perto. Então, pegou o dente e o cravou em sua cicatriz na testa. Caiu agoniado de dores, afastando um pouco a Fênix ‘Espere”.*br /*
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Sua queda não se comparou ao grito de Voldemort. Aguardou até 3 minutos, quando pediu auxílio à Fênix. Elas pousaram em sua cabeça e choraram sobre a cicatriz, que começou a fervilhar. Em pouco tempo, ele se levantou, sacudindo a cabeça:*br /*
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-Matei o penúltimo Horcrux, Tom. Você está preparado?*br /*
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-Você teria coragem de me matar?, questionou este.*br /*
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- Eu, não, mas os Dementadores sim. E se afastou fazendo um gesto para os Dementadores, que se aglomeraram sobre Voldemort. Ouviu-se seu grito de agonia quando finalmente recebeu o beijo final.*br /*
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Harry se dirigiu a Belatriz e olhou seu braço esquerdo. Amarca negra era apenas uma cicatriz lívida e fibrosada, já sem vida. Apertou-a como Voldemort fazia, e nada de resposta. Continuava apenas uma seqüela da marca que tanto medo causava. Avisou o ministro, que se aproximou satisfeito:*br /*
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-Está mesmo morto? Perguntou.*br /*
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-Sem dúvida alguma, a marca negra desapareceu.*br /*
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-Deixe-me fazer um teste, disse o ministro: “ Morsmordre”, disse, apontando sua varinha para o céu. É, não há mesmo mais nada de Voldemort. Bom, então vamos levá-los para Azkaban, onde cumprirão suas penas.*br /*
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-Espere um pouco, ministro, deixe-me tentar uma coisa. Neville, estão aí?*br /*
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-Sim, respondeu este, e se aproximou com os pais e a avó, abraçado a Luna.*br /*
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Seus pais, abraçados à avó e a Luna, ficaram em frente a Belatriz, olhando.*br /*
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-Crucio, disse Neville, apontando a varinha para Belatriz. Após a trigésima vez que Neville torturava Belatriz, sua mãe disse:*br /*
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-Pare, meu filho, ela está indefesa.*br /*
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-Mamãe? Perguntou Neville.*br /*
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-Sim filho, disse seu pai, nós já nos lembramos de tudo. Esta doida nos capturou, logo após a derrota de Voldemort para o bebe dos Potter, e nos torturou, achando que teríamos informações sobre seu mestre.*br /*
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Luna chorava abraçada à avó e à mãe de Neville. O ministro olhava Harry com admiração:*br /*
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-Me pergunto daonde você tira estas idéias, que funcionam tão bem.*br /*
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-Isto se chama Behavyourismo, ministro, e é algo que aprendi com os trouxas. Eles acham que o comportamento repetitivo acaba desencadeando uma reação. Deu certo, mas foi também uma questao de alguma sorte.*br /*
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- Você tem é apenas sorte, Harry Potter, mas ela vai acabar quando o mestre voltar.*br /*
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Harry piscou para o ministro:*br /*
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-Tem mais pessoas prejudicadas por Belatriz, que possamos curar, sr. Ministro. Hein, uma dúzia?*br /*
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Notando o sobressalto de Belatriz, Harry comentou:*br /*
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-Muito cuidado com ela, ministro, ela está fingindo de louca. Quer tentar fugir para assumir o lugar de Tom Riddle. E um novo pulo de Belatriz fez ambos perceberem que H Potter estava certo.*br /*
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- Bom, Harry, serviço completo. Ordem de Merlim, l classe, e professor titular de DADA, sem dúvida alguma.... Disse Scringeour. E todos irão para Azkaban.*br /*
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-Espere, ministro. E os Malfoy. Draco andou me ajudando, e não gostaria que ele fosse separado de seus pais... por mais que eu o deteste.*br /*
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- Espere, Harry, já tivemos esta informação de Snape. É, ele estava de seu lado, e nos passou boas informações sobre Draco. Ele foi muito maltratado por Voldemort, e Snape estava lá apenas para proteg~e-lo. Foram ordens diretas de Dumbledore, conforme soubemos através de Aberforth, o irmão de Dumbledore que tão bem representou o papel do velho diretor, confundindo e assustando os comensais. Draco já vem ali, acompanhado da mãe. Quanto a Lúcio, ele não agüentou Azkaban, e foi melhor que ele morresse. Narcissa está pronta para casar com Snape que quase morreu nas mãos de Voldemort para proteger Draco. Ele terá um julgamento tumultuado, mas conforme o depoimento de Aberforth as ordens de Dumbledore eram definitivas. Ele deveria fazer qualquer coisa, inclusive matar para proteger o aluno.*br /*
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-Pois bem, se ele se safar será castigado permanecendo apenas como assistente de Slughorn. E Draco deverá completar o sexto e o sétimo anos em Hogwarts, além de que deve ficar como assistente do professor Hagrid, do Trato das Criaturas Mágicas. Espero que ainda tenhaalguns explosivins e hipogrifos...*br /*
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-Claro, o que você quiser. Quanto ao Lalau ele nunca esteve preso, era só uma forma de driblarmos a rede de informantes de Voldemort. Mas vá se juntar a seus amigos, que estão vindo.*br /*
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Harry se virou, começou a correr para Ginnie, Hermione e Rony, mas tropeçou e começou a andar bem devagar:*br /*
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-Estou cego. O veneno do basilisco finalmente atingiu meus nervos óticos, não vejo nada.*br /*
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-Podemos consertar isto, disse o ministro.*br /*
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-E eu ajudo, disse Hermione.*br /*
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-Não dá, é o veneno do basilisco, aquele era um dente que Dobby ficou encarregado de me trazer para matar o penúltimo Horcrux. *br /*
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-Vamos consertar, disseram Hermione e Ginnie, chorando.*br /*
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-Não, não dá, o nervo está morto. Serei conhecido como Duplo Olho-tonto Potter, e você estará casada com um homem bem feio, Ginnie.*br /*
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Neste momento, a Fênix em seu ombro cantou uma canção linda que falava de vitória suada, dura, mas extremamente gratrificante. E Ginnie falou, como se traduzisse a canção das duas fenices:*br /*
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-Você, meu querido, será sempre conhecido como Harry Potter, o bruxo que salvou o mundo mágico das garras de Voldemort.*br /*
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Harry sorriu feliz. Tinha seus dois amigos, tinha Hogwarts com um Dumbledore diretor, tinha a simpatia e o respeito em seu mundo... e tinha em Ginnie a mais linda e fiel das esposas. Acima de tudo, nunca mais sentiria dores em sua cicatriz.*br /*
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